5 fatos que você provavelmente não sabia sobre o câncer de mama

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Outubro é um mês marcado pelo movimento internacional de conscientização para a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama. Muitas informações estão disponíveis sobre os cuidados para uma vida saudável e o autoexame, que ajudam no não surgimento da doença e no aumento das chances de cura. Com o avanço da medicina e das pesquisas a respeito do tema, novos dados surgem com velocidade e fica difícil estar sempre atualizado.

Por isso, reunimos fatos e curiosidades relevantes sobre o câncer de mama para deixar você por dentro:

1 – Cada vez menos mulheres estão morrendo por câncer de mama

Os exames de rastreamento, como mamografia e ultrassom, têm sido grandes aliados no combate à doença, principalmente nas últimas décadas. Assim, a mortalidade em decorrência do câncer de mama vem reduzindo drasticamente. A tecnologia avançada para o tratamento também qualifica procedimentos quimio e radioterápicos. Quanto mais recente o diagnóstico, maiores as chances de cura, já que, atualmente, os exames de rastreamento reduzem em até 60% o risco de morte em 10 anos e 50%, em 20 anos.

2 – O câncer de mama, na maioria dos casos, não apresenta sintomas

Muitas mulheres acreditam que a ausência de alguma saliência na mama é sinônimo de segurança e ausência do câncer, mas, na verdade, estão equivocadas. No início da doença, o tumor só pode ser rastreado com exames de imagem, por isso a relevância de manter as consultas com um ginecologista em dia e estar atento aos exames. Apesar disso, 15% das pacientes descobrem o câncer de mama devido a palpação de um nódulo nos seios mesmo, com mamografia negativa para lesão, e 30% podem desenvolver um tumor palpável na mama no intervalo entre os exames. Portanto, realizar o autoexame das mamas e ir regularmente ao médico é o combo perfeito.

3 – Nem todo nódulo na mama é câncer

Quando um nódulo mamário é encontrado a partir de um exame de toque, ainda não é possível verificar se é maligno ou benigno. Para isso, exames de rastreamento e procedimentos como biópsias são fundamentais e mostram resultados assertivos no diagnóstico. Normalmente, os nódulos mamários em mulheres de 20 a 50 anos são benignos, ou seja, são um tecido glandular, fibroso ou cisto. Os nódulos em pacientes com menos de 30 anos têm causa hormonal e tendem a sumirem após a menstruação, porém em casos de persistência deverão ser investigados. Já para as mulheres com mais de 30 anos, a recomendação é de que todo nódulo na mama deve ganhar maior atenção e ser investigado.

4 – Gravidez e amamentação reduzem o risco da doença

Pesquisas internacionais têm mostrado que mães que amamentam diminuem o risco de câncer de mama pré e pós-menopausa. Para cada 12 meses de amamentação, o risco de câncer de mama diminui 4,3% e aquelas que amamentam por mais de seis meses obtêm uma proteção adicional. Durante todo o período de aleitamento, as taxas de determinados hormônios que favorecem o desenvolvimento desse tipo de câncer caem na mulher. Durante a gravidez e a amamentação há uma renovação do tecido mamário, o que pode ajudar a remover células com danos ao DNA, reduzindo o risco de desenvolver câncer de mama.

5 – Homens podem desenvolver câncer de mama

Para cada 100 mulheres diagnosticadas com câncer de mama, há 1 homem com o mesmo diagnóstico. Indivíduos do sexo masculino têm glândulas mamárias e hormônios femininos, ainda que em quantidade pequena, por isso, a ocorrência da doença é possível, mesmo que rara. Normalmente, o tumor aparece em homens acima dos 60 anos e pode ser mais frequente naqueles cujas famílias apresentam muitos casos de câncer de mama (mesmo que em mulheres) e câncer de ovário. O tratamento é muito similar em ambos os sexos e aconselha-se que qualquer homem que note o surgimento de um caroço ou saliência no peito, geralmente logo atrás do mamilo, procure um médico.

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