7 principais tendências da telemedicina

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Há algumas décadas, os avanços tecnológicos na área da saúde já são uma realidade que permite melhorias significativas na qualidade de vida e longevidade às pessoas. No entanto, com o surgimento da Covid-19, em 2020, além de combater a crise sanitária mundial, os profissionais da saúde tiveram que buscar novas e ágeis soluções tecnológicas para atender seus pacientes com eficiência.

Foi com a inovação que a telessaúde foi viabilizada como especialidade e a telemedicina ganhou força e se tornou presente na rotina médica. Outras tecnologias também têm favorecido os avanços da medicina digital, como o uso de wearables (dispositivos vestíveis), a computação na nuvem, a inteligência artificial, a implementação de aplicativos de controle e monitoramento em saúde, e as plataformas de atendimento online. Essas iniciativas são algumas das tendências tecnológicas para a saúde elencadas por especialistas como as mais promissoras para os próximos anos. Saiba mais:

1. Crescimento das Healthtechs

Nos últimos 10 anos, está sendo registrada a criação acelerado de empresas desenvolvedoras de tecnologia para saúde, chamadas healthtechs. Dados mais recentes mostram que, apenas em 2018, foram mapeadas 248 healthtechs atuando no Brasil; em 2019, 386 soluções; e, em 2020, 542 empresas de tecnologia na saúde, de acordo com mapeamento HealthTechs brasileiras – Distrito HealthTech Report.

2. Segurança dos dados na saúde

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrou em vigor no Brasil em 2020 e determina uma série de ações necessárias para tratamento e armazenamento de dados. Por isso, a relevância de hospitais, clínicas, laboratórios e instituições de saúde em geral adequem seus sistemas de cadastro e prontuários (sejam eles físicos ou eletrônicos). As plataformas de telemedicina precisam garantir informações criptografadas e seguras. Episódios de vazamentos de dados já registrados em grandes instituições reforçam essa necessidade.

3. Inteligência Artificial

Os algoritmos de Inteligência Artificial têm estado mais presentes em clínicas e hospitais auxiliando médicos. Uma análise da produção científica entre 2009 e 2019, promovida pela Fundação Oswaldo Cruz, mostra o aprendizado de máquina aplicado à saúde, sendo os Estados Unidos o principal polo de pesquisa na área. Uma das aplicações de inteligência artificial durante a pandemia foi desenvolvida pela Portal Telemedicina e consiste na utilização de um algoritmo que detecta indícios de Coronavírus em Raios-X e Tomografias e, dessa forma, contribui para a priorização de análise dos casos graves.

4. Plataformas de telemedicina

Esse recurso tem sido muito utilizado para os médicos atenderem de forma segura seus pacientes, possibilitando-os que realizem as consultas diretamente pela plataforma, anexem receitas, anotem dados e informações do paciente.

5. Médicos mais conectados

Cada vez mais os profissionais da saúde estão aderindo à telemedicina e entendendo as tecnologias como aliadas, especialmente depois da pandemia do coronavírus. Na Pesquisa Conectividade e Saúde Digital na Vida do Médico Brasileiro, realizada pela Associação Paulista de Medicina com profissionais de todo o país no início de 2020, 62% dos entrevistados responderam que utilizam alguma tecnologia de armazenamento de dados de pacientes e/ou compartilhamento de informação em sua clínica ou hospital. Cerca de 44% já veem a integração de suas carreiras com a telemedicina como uma oportunidade e outros 24% acreditam que isso possa ser uma oportunidade no longo prazo.

6. Prescrição de receitas digitais

Nos próximos anos, as práticas como prontuários e receituários digitais serão mais comuns, tanto no setor privado quanto no público, impactando milhões de paciente. O objetivo dessas tecnologias é simplificar os processos para o paciente ao mesmo tempo em que os torna mais seguros, reduzindo os riscos de fraudes na área da saúde. Os médicos já podem oferecer receitas digitais a seus pacientes, desde que use algum meio eletrônico e possua assinatura digital válida e certificada por autoridades certificadoras, como o ICP-Brasil. Para a compra de medicamentos restritos, é necessário ter uma receita com assinatura digital.

7. Acompanhamento de pacientes por aplicativos

Com a utilização de aplicativos para monitoramento da saúde, como o Tummi, médicos conseguem acompanhar de forma simples e assertiva o dia a dia de seus pacientes com relatórios em tempo real, antecipando ações e reduzindo incidência de acionamentos, com o propósito de promover qualidade de vida durante o tratamento. O algoritmo médico utilizado pelo Tummi também proporciona mais inteligência ao monitoramento remoto dos pacientes. Além disso, a plataforma também está desenvolvendo uma ferramenta integrada de atendimento online, o que torna o relacionamento ainda mais próximo, acessível e ágil.

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